Saúde e Segurança do Trabalho
Acidentes de Trabalho no Brasil

Acidentes de Trabalho no Brasil

De acordo com o último levantamento realizado pelo Ministério da Previdência Social, cerca de sete brasileiros perdem a vida todos os dias em acidentes de trabalho no Brasil, totalizando uma média de 2.500 óbitos a cada ano no país. Esses números alarmantes colocam o Brasil na quarta posição mundial em relação a quantidade de mortes, perdendo apenas para a China, os Estados Unidos e a Rússia, segundo dados divulgados recentemente pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O número total de acidentes registrados a cada ano também é considerado extremamente alto e, por mais que novas medidas estejam sendo adotadas para a prevenção desses acidentes, basta apenas observar as estatísticas dos últimos anos para perceber que nenhum resultado significativo de fato aconteceu.

Em 2007, foram registrados 659.523 acidentes, enquanto no ano de 2008, o número total aumentou consideravelmente e chegou a atingir o patamar de 755.980. Nos dois anos seguintes, é possível observar uma queda acentuada, pois em 2009 foram reportados 733.365 acidentes e em 2010, 709.474. Todavia, em 2011 o número total de acidentes voltou a aumentar, alcançando 720.629 e em 2012, o registro indica uma queda bem pequena, sendo 713.984 o número de acidentes. Os últimos dados, de 2013, indicam um aumento pequeno deste número, sendo registrados 717.911 acidentes de trabalho (dados do Dataprev).

A análise desses dados estatísticos é importante pois demonstra que o número de acidentes de trabalho continua bastante elevado, e que o Brasil ainda carece de uma política de prevenção mais abrangente e eficaz, que seja capaz de mobilizar tanto funcionários como também empregadores de todos os estados do país para essa causa.

Distribuição dos acidentes de trabalho no Brasil

Seguindo as estatísticas referentes ao ano de 2011, é possível notar que a distribuição geográfica dos acidentes de trabalho no país é consideravelmente desigual. Apenas na região Sudeste, ocorreram cerca de 69% dos acidentes daquele ano, que correspondem a 387.142. A segunda região com mais acidentes é o Sul do país, que registrou 153.329 casos de acidente de trabalho, seguida pelo Nordeste, com 91.725 e pelo Centro-Oeste, com 47.884. Por fim, a região Norte do país é a que apresenta o menor número de ocorrências, com 31.084 acidentes.

Fazendo uma análise isolada de cada estado da federação, foram apenas alguns estados das regiões Norte e Nordeste que tiveram um aumento acentuado no número total de acidentes, sendo estes Rondônia, Piauí, Paraíba, Maranhão, Alagoas e Pernambuco.

Já os estados que apresentaram as maiores quedas foram a Bahia, no qual o número de acidentes caiu de 26.483 para 23.934 entre os anos de 2009 e 2010 e São Paulo, cuja redução foi de 249.289 para 242.271, o que ainda o deixa na primeira posição entre os estados que apresentaram o maior volume de acidentes do país. As demais localidades mantiveram números bastante semelhantes nesse mesmo período.

Em relação a distribuição dos acidentes por setor da economia, os dados divulgados no ano de 2012 indicam que o setor de Serviços, responsável por mais de 70% dos trabalhadores formais do país, é o que apresenta o maior número de acidentes, 348.489, sendo que boa parte desses casos ocorreram no segmento de Comércio e Reparação de Veículos Automotores – que registrou 96.278 acidentes de trabalho. A construção civil é outro segmento com um número bastante elevado de ocorrências, registrando 64.161 acidentes de trabalho no ano de 2012.

O segundo setor com mais acidentes é a Indústria, que apesar de empregar apenas 25% dos trabalhadores formais do país, relatou 310.988 acidentes de trabalho em 2012, sendo portanto o setor que possui a maior incidência de acidentes a cada 100 mil trabalhadores.

Acidente de Trabalho na Industria

Qual é a importância dos programas de segurança do trabalho no controle dos acidentes?

Os programas em âmbito nacional que promovem a segurança do trabalho são uma forma de conscientizar os trabalhadores brasileiros sobre o assunto, além de regulamentarem determinadas regras e normas que devem ser seguidas pelos empregadores para que o ambiente de trabalho seja sempre o mais seguro possível.

Um bom exemplo disso é o Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais (PPRA), que consta na Norma Regulamentadora de número 9, emitida pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 1994. Esse programa consiste na busca constante de métodos e ações que possam combater possíveis agentes químicos, físicos e biológicos presentes no ambiente de trabalho que, devido a sua concentração ou tempo de exposição, possam ser prejudiciais a saúde ou a integridade física dos trabalhadores.

O PPRA é obrigatório para qualquer instituição ou empresa que tenha funcionários contratados, não importando qual seja a quantidade de empregados ou o grau de risco da empresa, pois até mesmo lojas e condomínios precisam seguir estas normas, de acordo com as suas características próprias e os riscos presentes nos ambientes de trabalho de cada negócio.

Portanto, programas como esse que possuem atuação em nível nacional são uma forma de tentar fazer com que o número de acidentes de trabalho comece a diminuir progressivamente através de um controle maior e mais rígido sobre os locais de trabalho.

Quais são os benefícios da redução do número de acidentes de trabalho?

Além de representar um custo estimado de R$ 16 bilhões anuais para a Previdência Social, o alto índice de acidentes de trabalho também resultam em gastos de cerca de R$ 12 bilhões a cada ano para as empresas privadas do país.

Esse valor é calculado principalmente pela perda da produtividade das empresas, que deixam de ter um funcionário ativo em casos de acidente de trabalho ou doenças ocupacionais, e também pela instabilidade emocional muitas vezes causada por esses incidentes nos outros trabalhadores.

Com a redução do número de acidentes, as empresas teriam ganhos substanciais em produtividade e também gastariam menos com o Fator Acidentário de Prevenção (FAP), cujo valor é influenciado pelo histórico de acidentes de uma empresa em seus dois últimos anos.

Portanto, de acordo com essa metodologia, as empresas que apresentam um número menor de acidentes ou até mesmo nenhum acidente, possuem uma bonificação elevada e pagam uma tarifa bastante reduzida em comparação com as empresas que possuem um número elevado de acidentes em seu histórico.

Crescimento nos ganhos investindo em Segurança do Trabalho

Quais são as responsabilidades do empregador?

Segundo o artigo 19 da Lei nº 8.213/91, que diz respeito aos acidentes de trabalho, a principal responsabilidade das empresas é oferecer um ambiente seguro e que não apresente riscos a saúde física e mental de seus funcionários.

Mas além do ambiente em si, a Norma Regulamentadora número 18 (NR 18), por exemplo, que trata sobre as empresas de construção civil, também determina que é igualmente importante que os empregadores ofereçam um treinamento admissional apropriado aos seus empregados, que seja capaz de cumprir as seguinte recomendações:

  • Relatar sobre as condições de trabalho, incluindo informações sobre os possíveis riscos inerentes àquela determinada função e quais são os métodos para prevenir e evitar esses riscos.
  • Informar como e quando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) devem ser utilizados e ressaltar sobre a importância dos mesmos, estipulando inclusive penalidades como advertências e suspensões para os empregados que não fizerem o uso devido desse equipamento.
  • Caso necessário, informar sobre os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) que existirem no local e ensinar a melhor forma de utilizá-los.
  • Explicar quais são as normas de higiene ocupacional, medicina e segurança do trabalho necessárias para o cumprimento de determinada atividade.
  • Ressaltar que, caso ocorram situações de risco e com potencial de evoluir a um acidente de trabalho, é essencial comunicar imediatamente um superior hierárquico e reportar o ocorrido.

Segundo as leis trabalhistas brasileiras, não existe um prazo estabelecido sobre quanto tempo deve durar esse treinamento de funcionários, sendo responsabilidade de cada empresa escolher um profissional experiente em segurança do trabalho, que seja capaz de ministrar o treinamento de modo completo e eficiente.

Caso ocorra um acidente de trabalho e seja comprovado que o empregado não obteve o treinamento adequado, esse fator é considerado decisivo para determinar a culpa da empresa.

Trabalhador Protegido

Implicações diversas para as empresas que têm acidentes de trabalho frequentemente

Quando um empregado sofre um acidente de trabalho, primeiramente a empresa precisa arcar com os custos normais daquele trabalhador, referentes ao pagamento de salário e possíveis benefícios, durante os primeiros quinze dias do afastamento.

Mas além disso, segundo o artigo 22 da Lei n. 8212/91 da Constituição Federal, as empresas necessitam custear integralmente um seguro contra acidentes de trabalho, chamado SAT (Seguro de Acidentes de Trabalho), que consistem em taxas de 1% a 3% que ainda podem ser dobradas dependendo do histórico de acidentes de trabalho – dentre outros fatores – naquela empresa.

Porém, não basta custear o SAT, que é repassado para o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), sendo essa a instituição responsável por oferecer auxílios financeiros aos trabalhadores acidentados.

As empresas não estão isentas de responderem legalmente por acidentes que ocorram, e de terem que pagar indenizações por danos morais, estéticos e materiais, incluindo despesas médicas e hospitalares, por exemplo.

Portanto, quanto maior é a incidência de acidentes de trabalho em uma empresa, maior serão também os gastos com processos trabalhistas, indenizações e pensões determinadas judicialmente caso seja comprovada a culpa da empresa no ocorrido.

Desse modo, a redução do número de acidentes de trabalho é uma vantagem não apenas para os empregados, mas também para os empregadores que terão seus custos com processos e outras responsabilidades drasticamente reduzidos, além de ganharem com um aumento contínuo em produtividade.

E você, o que acha deste cenário? Já teve de lidar com algum acidente de trabalho? Deixe sua opinião e conte suas experiências, deixe um comentário!

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23 Comentários


  1. BRUNO

    8 de novembro de 2015 at 23:58

    Infelizmente quando ouvimos a palavra estatística entendemos como um acidente, grandes empresas hoje precisam melhorar muito seu ponto de vista em relação a segurança do trabalhador e principalmente dar mais credibilidade ao profissional que exerce essa atividade, pois os mesmos só sentiram esse situação (despesa) quando afetar tanto o bolso como a produção em si.

    Reply

    • André Chaves

      9 de novembro de 2015 at 10:43

      Verdade, Bruno… Infelizmente o empresário PRECISA manter o foco nos custos x lucros, senão sequer consegue manter a empresa funcionando (lucrativa). Acontece que cabe a nós prevencionistas demonstrar como a SST é na verdade um investimento lucrativo, e não somente uma despesa. Um sistema de SST bem feito, economiza à empresa muito mais do que ele custa… e é isso que muitos empresários (ainda) não conseguem ver!

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  2. Vasco Sérgio Eduardo Junior

    9 de novembro de 2015 at 01:56

    Matéria fantástica, estarei aproveitando os dados para compartilhar com minha equipe. Forte abraço a todos.

    Reply

    • André Chaves

      9 de novembro de 2015 at 10:41

      Muito obrigado Vasco, fique a vontade para compartilhar!

      Reply

  3. Gian

    15 de novembro de 2015 at 23:47

    Olá, André Chaves.

    Primeiramente, parabéns pelo site, por fazer excelentes artigos bem informativos e de qualidade para os profissionais da área.

    É triste ver esse numero gigantesco de acidentes nos últimos anos.

    Infelizmente como bem sabemos muitos donos de empresas só contratam o trabalho de um profissional de seguraça do trabalho depois que dói no bolso.

    Muitos desses acidentes e doenças do trabalho poderiam ter sidos evitados.

    Sucesso.
    Att
    Gian

    Reply

    • André Chaves

      17 de novembro de 2015 at 09:42

      Obrigado, Gian.
      Concordo plenamente, é triste imaginar que se não fosse obrigatória a formação do SESMT, certamente o número de profissionais de SST contratados seria ainda menor – e hoje já é insuficiente.
      Felizmente, a contratação de profissionais da área “dá lucro”, basta sabermos quantificar todos os fatores envolvidos, e apresentar aos empresários.
      Mas, mudar a postura de todos não acontece da noite pro dia… ainda leva tempo.
      Felizmente, tenho convicção que isso vai mudar violentamente com a vinda do esocial.
      Preparemo-nos e veremos!
      Sucesso pra você também.

      Reply

  4. Mauricio Lourenço

    18 de novembro de 2015 at 09:37

    Parabéns pelo site e sempre digo: “NADA É TÃO CONTAGIOSO COMO O EXEMPLO”! Continue fazendo a sua parte nos assuntos relevantes e voltados para o bem estar de nossos trabalhadores em seus respectivos locais de trabalho, sendo levados até eles através de nós tst, com o objetivo de amenizar um pouco mais seus momentos laborioso, mostrando e conscientizando-os de que vale a pena lutar por causas justas e renovadoras. Bola pra frente meu caro André…..sucessos.

    Reply

    • André Chaves

      18 de novembro de 2015 at 10:10

      Muito obrigado Mauricio, e vamos seguir dando o exemplo!
      Abraços e sucesso!

      Reply

  5. Kariny

    6 de dezembro de 2015 at 18:49

    Parabéns André, pelo excelente trabalho! Sou estudante de SST e estou elaborando um projeto relacionado a acidentes de trabalho. Este material foi muito importante para minha pesquisa. Obrigada!

    Reply

    • André Chaves

      7 de dezembro de 2015 at 11:19

      Claro Kariny, disponha…
      Abraços e sucesso nas pesquisas futuras!

      Reply

  6. luciano de carvalho teixeira

    9 de dezembro de 2015 at 14:37

    Parabéns André!
    Material de primeira bastante esclarecedor, muito bom!
    André, se vc tiver algum material, que fale sobre vigilância patrimonial, gostaria de receber.

    Reply

  7. Danilo Magalhães

    28 de dezembro de 2015 at 01:14

    Irei iniciar minha pós em eng. De segurança do trabalho e informações como está é de suma importância.

    Reply

  8. Graziella

    12 de outubro de 2016 at 06:57

    Infelizmente nós prevencionistas ainda nos deparamos com empregadores que enxerga nossa área como custos a partir de nos contratação, de modo que nossa atuação”silenciosa” e meio que “fora” desses tópicos lucro x investimento é um investimento diário.
    Quanto de nós somos obrigados a tão somente relatar e formalizar todas as medidas preventivas e as empresas não colaboram e consequentemente os acidentes acontecem.. Penso que os órgãos responsáveis deveria andar lado lado conosco cobrando atuação do TST e a própria empresa em cumprir… Fato é que enquanto as empresas nos contratar por obrigação, sem a real intenção de prevenção, nunca atingiremos nosso maior objetivo que é evitar e salvar vidas…Não adianta ter o setor de QSMS amordaçado e impedido de atuar dentro de uma empresa.

    Reply

  9. Graziella

    12 de outubro de 2016 at 07:04

    Penso que esses números mudariam se independente do empregador tivéssemos que nos reportar ao Ministério do Trabalho e com real autonomia, que nossa contratação fosse além do empregador, que fôssemos os representantes dos órgãos fiscalizadores dentro de uma empresa, pq ainda ficamos a mercê dessa cultura ultrapassada e quem vem tirando vidas tão somente pq eles pensam ter poder sob nós ,por pagar nosso salário.

    Reply

  10. maria Regina Roldão Evangelista

    19 de outubro de 2016 at 14:08

    agradecidamente

    Reply

  11. José Antonio

    5 de dezembro de 2016 at 14:57

    Boa tarde à todos!
    Trabalho numa empresa da construção há dezesseis meses e pelo menos quatorze como TST, mas somente há quarenta e cinco dias fui registrado como técnico. Isso me faz pensar o quanto as empresas não levam a sério, ainda, a questão da SST.

    Reply

  12. Alexsandro Aires

    24 de Janeiro de 2017 at 06:36

    Nossa, que bom lêr-te novamente…
    Por que não encontro mais teus textos atuais….
    Saudades
    Abraços grande.
    Alexsandro Aires/RS

    Reply

  13. Elza Ribeiro

    29 de Janeiro de 2017 at 19:21

    Parabéns..ótimo artigo

    Reply

  14. Manoel Alves de Sousa

    13 de Fevereiro de 2017 at 18:49

    Parabens por mais uma publicaçao com excelente conteúdo, sera que vc poderia mandar no e-mail

    Reply

    • André Chaves

      23 de Março de 2017 at 16:07

      Obrigado por participar, Manoel! Eu ainda não envio os materiais em si por email, mas se inscreve no topo da página pra acompanhar as publicações, eu costumo mandar alguns materiais!
      Abraços!

      Reply

  15. Marcelo Carneiro

    25 de julho de 2017 at 13:36

    Muito boa a informação, porém entendo que algumas interpretações podem estar distorcidas. Trabalho na indústria e vejo que as empresas, pelo menos as de maior porte, têm investido em segurança do trabalho. O fato de aumentar os números anuais de acidentes se deve também ao fato de haver mais registro dos mesmos. Tenho absoluta certeza que se temos 700.000 acidentes em um ano, na realidade devemos ter muito mais! O assunto segurança nas empresas, quando tratado com seriedade, pode elevar a estatística em um primeiro momento, pois um pequeno corte no dedo que antes era ignorado hoje pode estar sendo considerado um acidente do trabalho. É uma condição que pode ser natural para se reverter um resultado em médio prazo, pois depende também muito de cultura, não só do operacional, mas das altas administrações.

    Reply

    • André Chaves

      3 de agosto de 2017 at 15:05

      Isso é verdade mesmo, Marcelo…
      Trabalhamos em duas frentes distintas, aqui… uma delas, o desenvolvimento da cultura de prevenção como mencionou, o que pode sim ocasionar um grande aumento nos acidentes que são registrados. Em contrapartida, temos também de utilizar os números registrados – com a devida cautela, para conseguirmos interpretar essas distorções que ocorrerão. Estudos mais aprofundados seriam necessários, pra levantar por exemplo o número de empresas que desenvolveram uma cultura de segurança antes inexistente, e o quanto estes acidentes (outrora ignorados) afetam as estatísticas (e mais difícil ainda: qual o efeito causado pelas empresas que deixaram de adotar uma cultura prevencionista!).
      Abraços, e obrigado pela contribuição!

      Reply

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Sobre André Chaves


Engenheiro Ambiental com pós graduação em Engenharia de Segurança pela Universidade Fumec, presto consultoria na área de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional. Acredito na aplicação da SST nas empresas de forma a oferecer o máximo de segurança aos trabalhadores, sem que isto onere demasiadamente os empregadores.