Legislação, NR 5, Saúde e Segurança do Trabalho
CIPA – NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

CIPA – NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

O que é CIPA e o que é NR 5?

CIPA é a sigla correspondente para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. NR 5 é a sigla de Norma Regulamentadora 5, que é a norma expedida pelo MTE para tratar da CIPA.

A CIPA tem como principal objetivo observar de forma contínua as condições de trabalho em todos os ambientes de uma empresa.

Desta forma, caso sejam encontradas situações que apresentem qualquer tipo de risco a integridade física dos trabalhadores, tão logo estas sejam detectadas, novas medidas devem ser tomadas para que esses riscos sejam eliminados ou ao menos neutralizados.

Em termos gerais, a CIPA é responsável pela preservação da saúde de todos os trabalhadores que integram uma empresa, até mesmo aqueles que apenas prestam serviços esporádicos à ela.

E para alcançar esse resultado, é necessário zelar pelas normas de segurança e realizar investigações em caso de possíveis acidentes.

CIPA NR 5 Trabalhadores se protegendo

Como a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes surgiu?

Em âmbito mundial, a CIPA surgiu na Inglaterra durante a segunda metade do século XVIII, período no qual a Revolução Industrial ganhava forma e o número crescente de maquinário nas fábricas aumentava substancialmente os casos de lesões e de acidentes no ambiente de trabalho.

Assim, foi necessária a criação de um órgão que pudesse observar a causa desses acidentes e buscar métodos de evitá-los.

No Brasil, desde o início do século XX, empresas estrangeiras como a Light and Power já utilizavam a CIPA como meio de preservar a integridade de seus funcionários.

Porém, foi apenas no ano de 1944 que a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes foi oficialmente implementada pelo então presidente Getúlio Vargas, sendo um dos primeiros e mais importantes marcos da Segurança do Trabalho no país.

CIPA NR 5 trabalhadores de SST comemorando

Para que serve a CIPA da NR 5?

A CIPA atua promovendo a conscientização de todos os funcionários de uma empresa, visando uma melhoria contínua das condições de trabalho naquele ambiente.

O ideal é que a Comissão consiga ser uma espécie de grupo intermediário entre os empregados e a direção.

Isso, de maneira que os empregados tenham uma forma de informar aos seus superiores sobre possíveis situações ou eventos que representem riscos a sua integridade física, através do diálogo estabelecido pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

Qual é o dimensionamento da CIPA segundo a NR 5?

Para saber quantos funcionários efetivos e suplentes são necessários para formar a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes dentro de uma empresa, é preciso levar em consideração três fatores.

O primeiro fator é o que diz respeito a atividade realizada pela empresa. Para obter essa informação, é necessário procurar a CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da corporação, e através dela identificar o código referente a atividade daquela empresa – para isso, basta consultar o Quadro III da NR 5 e comparar com as atividades da empresa.

Após obter esse código, o segundo passo é procurar no Quadro II da Norma Regulamentadora 5 (NR 5) da CIPA, no qual se encontra o agrupamento de setores de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas, e determinar qual é o grupo que a empresa está, usando o código da CNAE obtido anteriormente.

Feito isso, basta consultar o Quadro I da NR 5 da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Nele, é preciso procurar pela coluna “Grupos” e identificar em qual desses grupos a empresa se encontra de acordo com as informações obtidas através do segundo passo.

O dimensionamento da CIPA irá variar agora no Quadro I, dependendo do número de empregados no estabelecimento onde será implantada a CIPA.

Desta forma, os três fatores distintos são:

  • Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE) da empresa – Quadro III da NR 5
  • Setor econômico da empresa – Quadro II da NR 5
  • Número de empregados do estabelecimento – Quadro I da NR 5

Profissionais da CIPA NR 5

Quanto tempo dura o mandato da CIPA segundo a NR 5?

O mandato dos membros titulares eleitos para a CIPA é referente a um período de um ano, enquanto a estabilidade de emprego aos membros eleitos da CIPA se extende ainda por mais um ano após o término do mandato (conforme item 5.8 da NR 5).

Durante esse tempo, os membros titulares podem ter um máximo de quatro faltas sem justificativa nas reuniões ordinárias realizadas mensalmente pela Comissão.

Caso o número de abstenções seja superior, os membros perderão o cargo na comissão e deverão ser substituídos pelos seus suplentes.

Quando é necessária a organização de uma nova eleição, os empregadores devem convocá-la com um tempo mínimo de 60 dias antes do final do mandato dos atuais titulares da comissão terminar.

Além disso, ela também deverá ser realizada pelo menos 30 dias antes do final desse mandato.

Quem são os “designados” da CIPA de acordo com a NR 5?

Algumas empresas, dependendo da atividade que exercem e do número de funcionários que possuem, não são obrigadas a possuírem uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes nos moldes tradicionais – segundo o dimensionamento da Norma Regulamentadora 5 (NR 5) – , com votações e funcionários eleitos para o cargo.

Nesse caso, a empresa deve designar um único funcionário para assumir o trabalho realizado normalmente pela Comissão Interna de Prevenção, sendo esta pessoa denominada de “designado” (conforme item 5.6.4 da NR 5).

Qualquer funcionário, não importando qual seja o salário ou a cargo hierárquico que este possua dentro da empresa, pode ser escolhido como designado. A única regra exigida é que ele seja contratado de acordo com o padrão celetista previsto na CLT.

Em relação ao treinamento, o designado deve realizar um curso de CIPA equivalente ao que é aplicado as comissões tradicionais.

Quais são as atribuições do designado da CIPA segundo a NR 5?

O trabalho do designado consiste na realização de relatórios para a direção da empresa que informem sobre a segurança dos ambientes e também sobre possíveis problemas ou riscos que precisem de intervenção.

Com um mandato de duração de um ano, esse designado é, no geral, o responsável por garantir que os funcionários da empresa tenham sua integridade física preservada e assegurada.

Resumindo, o designado é um funcionário indicado pelo empregador para cumprir as principais atribuições que seriam da CIPA, caso a empresa tivesse de constituí-la.

Funcionamento da CIPA NR 5 Engrenagens Coloridas

Quem pode se candidatar às eleições da CIPA de acordo com a NR 5?

Todos os funcionários da empresa, independente da remuneração ou do cargo exercido, podem se candidatar para fazer parte da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, até mesmo aqueles que estiverem em período de experiência.

Todavia, esses últimos só terão direito a estabilidade do cargo após esse período de experiência ter sido concluído.

A única exceção quando se trata da candidatura à comissão são os estagiários, cujos quais não possuem nem mesmo o direito ao voto durante as reuniões ordinárias organizadas pelo grupo.

A razão para isso é que, em termos gerais, os estagiários possuem um vínculo parcial com a empresa, o qual não os caracteriza propriamente como funcionários, principalmente devido ao curto período de tempo que a maior parte deles permanecem nas empresas.

Quem pode ministrar os treinamentos da CIPA, conforme a NR 5?

Segundo estabelecido pela NR 5, o treinamento pode ser feito por profissionais da SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho) da própria empresa, ou seja, por técnicos em segurança do trabalho ou engenheiros em segurança que possuam um extenso conhecimento nos aspectos citados pela NR 5, item 5.33

Ainda, principalmente quando a empresa não dispõe de infraestrutura física e/ou de pessoal para ministrar os treinamentos adequadamente, o curso pode ser contratado com prestadores de serviços. Porém é importante ressaltar que de acordo com a NR 5, o treinamento deve contemplar diversos aspectos de segurança, dentre os quais posso citar:

  • O processo produtivo da empresa em sua totalidade
  • Os possíveis riscos que podem ocorrer em função desse processo produtivo
  • Os acidentes mais frequentes no ambiente de trabalho daquele empresa
  • As doenças mais comuns que se desenvolvem pela exposição aos riscos de dentro da empresa
  • As práticas e técnicas regulamentadas pela SST (Segurança e Saúde do Trabalho)

Desta forma, é importante que os instrutores estejam devidamente preparados para ministrar tais treinamentos.

Importante ressaltar quanto ao curso da CIPA e do designado que, assim como ocorre com a maioria dos treinamentos em saúde e segurança do trabalho, existe não apenas um conteúdo programático mínimo obrigatório – dado pelo item 5.33 da Norma – como também uma carga horária mínima – de 20 horas, de acordo com item 5.34 da Norma – para os cursos de CIPA e designado.

Desta forma, qualquer treinamento ministrado que não contemple estas exigências, está em descumprimento com a norma e expõe a empresa ao risco de sofrer autuações em uma eventual fiscalização – sem mencionar no aspecto de SST, pois nestes casos não houve o preparo adequado dos funcionários para garantir sua integridade e segurança.

Ainda, apesar de ser da empresa a decisão final sobre quem ministrará o treinamento, de acordo com o item 5.36 os membros eleitos também possuem o direito de opinar sobre o treinamento de CIPA.

Treinamento In-Company para CIPA NR 5

Quais são as principais atribuições da CIPA, segundo a NR 5?

  • Ajudar a investigar em caso de acidentes tanto na empresa como de trajeto;
  • Discutir sobre a implantação de novas medidas que possam prevenir ou neutralizar os riscos dentro daquele ambiente de trabalho;
  • Observar se as normas de segurança do Ministério do Trabalho e da empresa estão sendo respeitadas e zelar pelo cumprimento das mesmas;
  • Garantir que todos os funcionários entendam sobre a importância das normas de segurança e de higiene do trabalho para a prevenção de acidentes e de doenças ocupacionais;
  • Realizar anualmente em parceria com o SESMT, caso a empresa possua um, a chamada Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT), com o objetivo de alertar a todos os funcionários sobre o tema;
  • Levar a direção todas as questões que envolvam o tema para que melhorias sejam feitas em prol da saúde e integridade física dos funcionários.

Em quais situações a Comissão deve ser redimensionada?

O número de membros da CIPA não pode ser reduzido, ou seja, redimensionada , enquanto o mandato em vigência ainda estiver em curso.

Após o final do mandato, caso o número de funcionários da empresa tenha tido mudanças substanciais ou a atividade exercida pela mesma tenha sido alterada, então deverá haver o redimensionamento de acordo com o que é estabelecido pela NR 5.

Profissionais trabalhando em equipe na CIPA

Quais penalidades são aplicadas a quem descumpre essas exigências (formação da Comissão, treinamento dos membros, treinamento do designado)?

As penalidades e multas aplicadas as empresas que descumprem qualquer uma das regras relacionadas a CIPAS estão todas na Norma Regulamentadora 28 (NR 28) que é referente a Fiscalização e Penalidades.

O valor das multas depende de uma série de fatores como a atividade da empresa, o seu número de funcionários e quais são as exigências que foram ou estão sendo descumpridas.

Para conseguir calcular os valores exatos, é necessário consultar os quadros e as normas da NR 5 e NR 28, sendo essa uma das funções do profissional de segurança no trabalho.

Apenas para se ter uma idéia, as multas refentes a Segurança do Trabalho hoje ficam entre R$670,38 e R$6.708,08 para cada item que não for atendido. Assim, não é incomum uma mesma empresa sofrer múltiplas autuações – que combinadas alcançam valores bem elevados.

Manual da CIPA do MTE – NR 5

Aos interessados, o MTE disponibiliza um manual da CIPA em pdf, que pode ser baixado [clicando aqui].

O Manual da CIPA em pdf consiste da Portaria/SSST Número 8, de 23 de Fevereiro de 1999 comentada, da própria NR 5 comentada, da Portaria/SSST Número 9, de 23 de Fevereiro de 1999 (também comentada), e da Portaria/MTE Número 82, de 23 de Fevereiro de 1999.

Aconselho todos os prevencionistas a lerem o manual da cipa ao menos uma vez na carreira, e que utilizem o manual da cipa para consulta sempre que necessário (além da própria NR 5 e suas atualizações).

E você, participa ou já participou de uma CIPA? O que acha que poderia melhorar? Compartilhe suas experiências, deixe um comentário!

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33 Comentários


  1. Gian

    28 de outubro de 2015 at 09:59

    Olá, Bom dia.

    Obrigado por usar links do meu website.

    Abraço.

    Att,
    Gian

    Reply

    • André Chaves

      28 de outubro de 2015 at 10:55

      Imagina, é um prazer.
      Conteúdo útil de qualidade deve ser linkado mesmo!
      Abraços e sucesso!

      Reply

  2. Sônia vitor

    9 de novembro de 2015 at 18:37

    André obrigada, tenho gostado muito de suas pastagem me serviu muito mas uma dúvida surgiu, o designado tem a mesma estabilidade dos membros representantes dos empregados uma vez que ele é designado pelo empregador?

    Reply

    • André Chaves

      9 de novembro de 2015 at 19:30

      Obrigado Sônia!
      Quanto à estabilidade, ela somente é aplicada aos membros da CIPA, mas não ao designado.
      Importante perceber que para todos os itens mencionados como atribuição do designado, existe a previsão explícita na norma.
      Não é aplicável quaisquer outras características da CIPA ao designado, sem que haja a previsão explícita na norma: e é o que ocorre no caso da estabilidade.
      A vedação à dispensa arbitrária é dada de acordo com o item 5.8 :
      “É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato.”.
      Perceba que não é mencionado o designado. Se não existe a previsão explícita, não se aplica.
      Abraços!

      Reply

  3. Anisio soares

    15 de novembro de 2015 at 17:37

    Boa tarde!
    André, Primeiramente agradeço à você por partilhar esse seu dom com os demais.Bom passei por uma situação muito complicado, no período de formação da CIPA da empresa que trabalho, o gerente de RH, foi contra a quantidade de membros, pois ele questionava que em nenhum momento a NR 05, menciona que a mesma quantidade de colaboradores eleitos pelos os empregados seria a mesma indica pelo o empregador, bom fui contra a ideia até o final, porém ele continuou com a ideia, então passei um email, explicando que precisamos de 4 cipeiros eleitos e 4 indicados pela a empresa, no qual qualquer penalidade causada por este descumprimento seria de sua responsabilidade.
    Neste caso qual sua orientação?
    Desde já agradeço sua ajuda.

    Anísio Soares.

    Reply

    • André Chaves

      17 de novembro de 2015 at 10:09

      Bom dia Anisio. Eu sugeriria duas ações:
      A primeira, apresentar o manual da CIPA disponibilizado pelo mte, disponível em http://www3.mte.gov.br/seg_sau/pub_cne_cipa.pdf
      Especificamente, a seção que trata do item 5.6. Destaque para o trecho “A CIPA terá dimensionamento paritário”.

      A segunda, que essa informação, acompanhada do dimensionamento proposto para a CIPA, seja formalizada – um email bastaria. Aconselho que inclua uma segunda parte interessada em cópia, se possível.
      Com isso, você já fez o seu papel e possui justificativa futura caso seja necessário… É um típico caso em que a hierarquia na empresa está impedindo o setor de SST de fazer o seu papel.

      Espero ter ajudado!

      Reply

  4. José Mauricio

    1 de dezembro de 2015 at 13:36

    Olá André td bem ? Sou novo no site e estou gostando dos posts e comentários ! Estou cursando TST e tenho que criar um portfólio da CIPA e queria saber se vc tem para postar os documentos necessários para faze-lo !! Muito Obrigado pela atenção !! Até

    Reply

    • Celso Dinarte Rocha Cesar

      22 de Janeiro de 2016 at 19:00

      Trabalho numa empresa do ramo de teleférico (bondinhos fechado) e aqui temos aproximadamente 60(sessenta funcionários), na formação da CIPA a empresa por si só e sem consultar os funcionários colocou uma lista de quatro nomes e convocou os funcionários a votar para eleição da CIPA. Isto é correto?? Qual seria a providência correta?? Como posso pesquisar o grau de risco da empresa?? Como posso verificar a obrigatoriedade de se ter CIPA na empresa de acordo com o grau de risco e número de funcionários?? Obrigado!!

      Reply

      • André Chaves

        26 de Janeiro de 2016 at 16:24

        Celso, o trâmite certamente não está correto. O processo eleitoral deve seguir o preconizado na NR 5, seção “Do Processo Eleitora”, itens 5.38 a 5.45. Poderá consultar a norma em http://acesso.mte.gov.br/data/files/8A7C812D311909DC0131678641482340/nr_05.pdf
        Para fazer esse dimensionamento, obtenha o CNAE da empresa e siga o procedimento no artigo descrito em “Qual é o dimensionamento da CIPA?”.
        Se estiver certo que o procedimento foi irregular, poderá procurar auxílio com seu sindicato.

        Reply

        • Celso Dinarte Rocha Cesar

          30 de Janeiro de 2016 at 13:54

          Boa tarde, André. Primeiramente gostaria de agradecer vossa disponibilidade em estar nos dando suporte as nossas dúvidas, isso nos faz ter mais transparência naquilo que devemos reivindicar para que possamos construir um ambiente mais seguro e saudável em nossa empresa. Espero sempre poder contar com vosso conhecimento.
          Um Grande Abraço!!!

          Reply

  5. Emilson Silva

    24 de Janeiro de 2016 at 09:31

    Olá, seu site está me ajudando bastante.
    Minha dúvida é, quem está de aviso pode se candidatar a cipa? já que ele ainda faz parte do quadro de funcionários e ainda exerce suas funções na empresa.

    Abraços!!

    Reply

    • André Chaves

      26 de Janeiro de 2016 at 16:14

      Poder candidatar pode sim, Emilson, já que ainda é um empregado.
      Mas a estabilidade não aplicaria-se a ele, e a contagem do prazo não seria suspensa, estando junto à empresa somente o período do seu aviso prévio. Pelo menos, este é o entendimento do TST. Não pode a candidatura do funcionário invalidar uma dispensa que foi feita dentro dos padrões legais.
      Isso, no caso dele se candidatar-se após receber o aviso prévio.
      Caso a candidatura tenha ocorrido antes da dispensa, a dispensa será invalidada, pois neste caso sim, o funcionário teria direito à estabilidade.

      Reply

  6. Janaina

    26 de Abril de 2016 at 22:54

    Oi ANDRÉ COMECEI A FAZER PÓS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA, JÁ FIZ VARIAS PESQUISAS SOBRE A ÁREA!MAS QUERIA SABER SUA OPINIÃO SOBRE O PAPEL DO ENGENHEIRO DE SEGURANÇA NAS EMPRESAS, POIS LOGO SEREI UMA E NÃO CONHEÇO NENHUM PROFISSIONAL EXPERIENTE QUE ME INFORME MELHOR! OBRIGADA UM ABRAÇO!

    Reply

    • André Chaves

      2 de Maio de 2016 at 10:50

      Que ótimo Janaina, sempre bom ter uma profissional dedicada a aprender mais, entrando no mercado.
      Olha, na minha opinião, o engenheiro é aquele profissional que precisa fazer a “ponte”, entre a área técnica e a administração.
      Tentando resumir ao máximo possível: os empresários brasileiros, em sua maioria, desconhecem completamente a regulamentação de SST.
      E nem precisam dominar mesmo: se não focarem no que é essencial para o processo produtivo específico dele, não conseguirá manter a empresa funcionando. Então cabe a nós trazer as soluções e informações que ele precisa para manter-se não somente dentro da legalidade em SST, mas propor soluções economicamente viáveis (e por que não, lucrativas!) para o empreendimento!
      Espero ter auxiliado…
      Abraços, e bem vinda!

      Reply

    • Ronan

      29 de Maio de 2016 at 11:14

      André, na empresa que eu trabalho tenho 26 funcionários.
      Posso continuar apenas com o designado da cidade?

      Reply

      • André Chaves

        16 de junho de 2016 at 13:48

        Olá Ronan.
        Depende do enquadramento da sua empresa no agrupamento de setores econômicos do Quadro II da NR 5.
        Com 26 funcionários, pode ser que esteja correto a empresa possuir apenas o designado da empresa, ou que seja necessária a formação da CIPA, de acordo com o Quadro I.

        Reply

  7. Ronan

    29 de Maio de 2016 at 11:12

    André, na empresa que eu trabalho tenho 26 funcionários.
    Posso continuar apenas com o designado da cidade?

    Reply

    • André Chaves

      16 de junho de 2016 at 13:48

      Olá Ronan.
      Depende do enquadramento da sua empresa no agrupamento de setores econômicos do Quadro II da NR 5.
      Com 26 funcionários, pode ser que esteja correto a empresa possuir apenas o designado da empresa, ou que seja necessária a formação da CIPA, de acordo com o Quadro I.

      Reply

  8. Adalberto

    25 de julho de 2016 at 15:45

    André, dê uma olhada no item (5.30 da NR 5) sobre faltas, vc. cita 3 faltas para dispensa no conteúdo acima !

    Reply

    • André Chaves

      25 de julho de 2016 at 16:48

      Muito obrigado Adalberto, gafe minha: redigiu-se quatro exclusivo, enquanto o correto é de fato o quatro inclusivo.
      Vou corrigir imediatamente, e obrigado pela atenção e por me avisar!
      Abraço e sucesso!

      Reply

  9. Silvio Elisio

    31 de julho de 2016 at 14:08

    André Chaves, parabéns pelo artigo! Ótima explanação sobre o assunto. Vale lembrar que os suplentes dos representantes dos empregados (eleitos) também fazem jus a garantia de emprego (estabilidade), e, ref. ao item 5.36, o registro da “avaliação” em ATA é a “validação” do treinamento, quando ministrado pelo SESMT ou não.

    Reply

    • André Chaves

      1 de agosto de 2016 at 11:45

      Muito obrigado Silvio, e obrigado pela contribuição!
      Abraços, e sucesso!

      Reply

  10. Willams

    26 de agosto de 2016 at 11:22

    Bom dia André, Excelente artigo… Parabéns!

    Sem mais,

    Att.:
    Willams

    Reply

  11. Guido Jr.

    22 de setembro de 2016 at 11:01

    Leitura didática e aprazível. Participaremos da divulgação.

    Reply

    • André Chaves

      22 de setembro de 2016 at 14:52

      Muito obrigado, Guido! Abraços, e sucesso!

      Reply

  12. Renilda

    22 de dezembro de 2016 at 14:56

    Boa Tarde! Muito bom o artigo, adorei.

    Parabéns!!!

    Abraços,

    Renilda

    Reply

  13. Humberto Apolinario

    26 de Janeiro de 2017 at 16:26

    Parabéns André pela matéria escrita Nr5! Fui um designado na empresa em que trabalhei. Era uma empresa terceirizada e tive problemas com supervisores em fazer as minhas atribuições. Inclusive fui demitido. Hoje estou formado em tst, fica difícil trabalhar em empresas que não têm política de segurança.

    Reply

  14. Humberto Apolinario

    26 de Janeiro de 2017 at 16:30

    Parabéns pela matéria Nr5! Fui um designado, e fica difícil trabalhar em empresas que não têm política de segurança.

    Reply

  15. Leandro Cargnin

    2 de agosto de 2017 at 08:42

    Bom dia André!
    Sou síndico de um prédio residencial com 5 apartamentos. Recebi uma carta da administradora dizendo que meu porteiro deveria cumprir a portaria 8, e fazer o curso de prevenção de acidentes de trabalho. Caso contrário, estaríamos sujeitos à multa de R$ 4.125,51 .
    Meu porteiro é uma pessoa humilde, semi analfabeta. Penso que deve existir alguma confusão a respeito deste curso.
    Realmente é necessário?
    Mto obrigado!

    Reply

    • André Chaves

      11 de agosto de 2017 at 18:58

      É de fato obrigatório (e o não cumprimento gera infração) o treinamento dos membros da cipa. No seu caso, deve ser verificado se o porteiro é membro da cipa ou se é o designado responsável pelo cumprimento do objetivo da NR 5 (conforme item 5.32.2 da norma). Espero ter ajudado.
      Abraço

      Reply

  16. José Carlos

    23 de novembro de 2017 at 13:31

    Excelente material!!! Parabéns!!!

    Reply

    • André Chaves

      27 de novembro de 2017 at 19:31

      Obrigado, José! Volte sempre, e sucesso pra você!

      Reply

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Sobre André Chaves


Engenheiro Ambiental com pós graduação em Engenharia de Segurança pela Universidade Fumec, presto consultoria na área de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional. Acredito na aplicação da SST nas empresas de forma a oferecer o máximo de segurança aos trabalhadores, sem que isto onere demasiadamente os empregadores.